
Tenho um problema: gosto mais das coisas profundas do que das outras. Histórias de Amor, por exemplo, prefiro as de Shakespeare ou Goethe. Se não forem as destes prefiro as reais como a de Frida Kahlo e Diego Rivera.
As coisas que merecem a pena chegam, tantas vezes, embrulhadas em lágrimas.
O objectivo deste blog não é a infinite sadness é antes o contrário, o caminho pode não ser o mais curto mas é o que me parece melhor.
























